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<title>Entrevistas</title>
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<updated>2026-04-20T07:54:53Z</updated>
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<title>Entrevista com Milton Zuanazzi do PDT</title>
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<name>Milton, Zuanazzi</name>
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<updated>2025-06-05T16:52:55Z</updated>
<published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Entrevista com Milton Zuanazzi do PDT
Milton, Zuanazzi
Milton Zuanazzi iniciou sua liderança política no movimento estudantil durante a universidade, no final dos anos 1970, em meio à repressão da ditadura militar. Participou da campanha eleitoral do MDB e depois do diretório acadêmico de engenharia, ganhando maior envolvimento a partir de 1978, com o movimento pela anistia e o fim da ditadura, que se articulava com sindicatos e demandas por abertura democrática. Em 1979, começou a se engajar na reconstrução do PTB, fundando a juventude trabalhista e acompanhando a chegada de Brizola do exílio, que influenciou fortemente sua militância. Foi candidato a prefeito pelo PDT em 1982 e atuou em vários cargos no partido, incluindo secretário estadual e presidente da juventude. Também foi vereador em Porto Alegre a partir de 1992, e candidato a deputado federal em 1994. Paralelamente, formou-se engenheiro mecânico, trabalhou como perito da Justiça do Trabalho e assessorou a bancada do PDT na Assembleia Legislativa. Politicamente, vem de família com tradição trabalhista, com destaque para sua avó materna, que foi militante ativa e influenciou sua orientação partidária e admiração por Brizola. O pai foi secretário de obras municipal, mas não militante, e era mecânico. O entrevistado demonstra interesse em continuar estudando, inclusive manifestando vontade de fazer filosofia.
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Entrevista com Mendes Ribeiro Filho</title>
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<name>Filho, Mendes Ribeiro</name>
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<updated>2025-06-05T16:46:13Z</updated>
<published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Entrevista com Mendes Ribeiro Filho
Filho, Mendes Ribeiro
Mendes Ribeiro Filho relata que seu vínculo com a política começou ainda jovem, como líder estudantil e presidente do Grêmio Estudantil Padre Reus. Nessa época, foi procurado para entrar na política, mas enfrentava oposição do grupo MR-8, que integrava o PMDB e era seu adversário no movimento estudantil. Por esse motivo, recusou-se a entrar tanto no PMDB quanto no PDT (por respeito, mas também por não se identificar com o grupo de Brizola) e acabou filiando-se ao PDS para poder participar do processo político estudantil. Mais tarde, já fora do ambiente acadêmico, candidatou-se a vereador e foi eleito quase por acaso. Na época, trabalhava vendendo passagens para a Europa e reencontrou Xavier, uma figura importante de seu passado, que o incentivou a entrar na política.
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Entrevista Maria do Carmo</title>
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<name>Carmo, Maria</name>
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<updated>2025-06-05T16:41:06Z</updated>
<published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Entrevista Maria do Carmo
Carmo, Maria
Maria do Carmo destaca que sua liderança política foi construída com base em valores pessoais como respeito, verdade, seriedade e credibilidade — características que, segundo ela, foram herdadas de sua formação familiar e sempre estiveram presentes em sua atuação como jornalista, antes mesmo de entrar na política. Acredita que a liderança começa com a forma como a pessoa se comporta e influencia os outros em qualquer área da vida. Para ela, todos podem ser líderes à sua maneira, e o essencial é manter a coerência entre discurso e prática. Trabalhou mais de 20 anos na televisão e no rádio, sempre prezando pela ética e pelo compromisso com a sociedade. Ela afirma que sua postura não mudou ao assumir o cargo público: manteve os mesmos princípios que guiavam sua carreira no jornalismo. Seu compromisso parlamentar está centrado na responsabilidade de legislar e fiscalizar o executivo, com foco no bem comum. Apesar de não ter pais diretamente ligados à política, Maria do Carmo cita seu avô, que foi intendente (prefeito) de sua cidade natal, Santa Bárbara do Sul. Seu pai era caminhoneiro e taxista, e sua mãe, dona de casa. Ambos lhe transmitiram fortes valores éticos e morais, além de uma religiosidade marcante, que moldaram seu caráter e atuação pública.
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Entrevista com Maria Cecília Hypólito do PT.</title>
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<name>Hypólito, Maria Cecília</name>
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<updated>2025-06-05T16:26:00Z</updated>
<published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Entrevista com Maria Cecília Hypólito do PT.
Hypólito, Maria Cecília
A entrevistada construiu sua liderança política em sintonia com a formação e crescimento do PT. Professora municipal em Pelotas, aproximou-se do partido por identificação com o movimento liderado por Lula e Raul Pont. Com uma personalidade naturalmente engajada, já havia participado do grêmio estudantil e do Diretório Acadêmico, e viu no PT um espaço para continuar contribuindo socialmente. Participou da fundação do partido em Pelotas em 1980 e também da criação do Sindicato dos Municipários. Sua trajetória política não foi programada: candidatou-se a vereadora em 1982 para dar visibilidade ao PT, sem ser eleita; depois a deputada federal em 1986, e só em 1988 foi eleita vereadora — a mais votada da Frente Popular. Em seguida, concorreu à prefeitura de Pelotas (foi a primeira mulher a disputar o cargo) e depois tornou-se deputada estadual.&#13;
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Sua base política foi construída na Região Sul, articulando o fortalecimento do partido e sua própria candidatura. Teve forte atuação sindical, integrando a CUT regional, estadual e nacional, em tempos de grande resistência ao movimento sindical. Como mulher, enfrentou os estigmas da política e buscou reconhecimento como cidadã e agente política. A formação familiar humanista, fraterna e espírita, especialmente o apoio do pai, também influenciou seu engajamento. Ressalta que sua liderança é coletiva, baseada no respeito à opinião da maioria e na simplicidade da linguagem, mantendo sempre o compromisso com os trabalhadores e a luta por justiça social.
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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