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| dc.contributor.author | Corção, Gustavo | |
| dc.date.accessioned | 2024-08-12T14:51:01Z | |
| dc.date.available | 2024-08-12T14:51:01Z | |
| dc.date.issued | 1958-12-14 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/5670 | |
| dc.description.abstract | Faz uma crítica satírica à situação política e econômica do Brasil na época. Parte de uma análise do orçamento nacional para ironizar a distribuição de recursos públicos, destacando como áreas essenciais, como educação e saúde, recebem uma pequena fração dos fundos, enquanto uma parte significativa é destinada aos Ministérios militares. Questiona essa alocação, sugerindo que o país deve estar enfrentando um inimigo invisível e terrível para justificar tal gasto militar. No entanto, observa que grande parte desses recursos não é usada para armamentos, mas sim para financiar oficiais aposentados, o que ele critica como um uso ineficaz do dinheiro público. Além disso, menciona a intervenção governamental nos preços dos livros estrangeiros, ironizando que isso seria uma estratégia para promover a produção nacional, mas que na realidade prejudica o acesso à informação. Também alude a figuras públicas e militares, como o coronel Mindelo, para criticar a postura de alguns líderes que defendem políticas duvidosas como se fossem necessárias para proteger a nação. Conclui o artigo deixando em aberto a questão de quem é o verdadeiro inimigo do Brasil, sugerindo que talvez ele não esteja fora das fronteiras, mas dentro do próprio governo, em meio à corrupção e má administração. | pt_BR |
| dc.publisher | Correio do Povo | pt_BR |
| dc.subject | Orçamento; Governo; Economia; Militar; Correio do Povo. | pt_BR |
| dc.title | Onde Está o Inimigo? (1958-12-14) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |