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dc.contributor.author Corção, Gustavo
dc.date.accessioned 2024-08-15T11:35:02Z
dc.date.available 2024-08-15T11:35:02Z
dc.date.issued 1959-02-17
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/5699
dc.description.abstract Critica a escolha do Rei Momo do Carnaval, considerando-a uma "perigosa infiltração estrangeira" e questionando a escolha do indivíduo, não apenas pelo nome, que considera suspeito, mas pela aparência e pelo simbolismo associado. Sugere que, em vez de manter o sistema monárquico carnavalesco, o Brasil deveria adotar um "Presidente Momo", que, apesar de sua natureza alegórica, seria um líder alegre e temporário, em contraste com a figura tradicional do Rei Momo. Expressa sua insatisfação com a forma como o Carnaval se apresenta e como isso contrasta com a realidade de um povo que sofre. Observa a tristeza e a pobreza nas ruas e sugere que o Rei Momo deveria refletir essa condição, sendo um representante mais autêntico da miséria e da desilusão, como um “esqueleto vivo” que simboliza a dura realidade social. A crítica também se estende ao fato de que a escolha do Rei Momo parece inadequada para representar a verdadeira soberania e o sofrimento do povo. Defende que o verdadeiro Rei Momo deveria ser uma figura que emane o desconsolo do povo, e não alguém que parece deslocado da realidade social e econômica. Assim, propõe que a escolha de um Rei Momo mais representativo e adequado ao espírito do povo seria uma forma mais legítima e sincera de enfrentar a dura realidade social. pt_BR
dc.publisher Correio do Povo pt_BR
dc.subject Carnaval; Representação; Rei Momo; Realidade social. pt_BR
dc.title Que Rei Sou Eu? (1959-02-17) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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