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Como Se Faz Um Herói (1959-04-04)

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dc.contributor.author Corção, Gustavo
dc.date.accessioned 2024-08-15T13:01:00Z
dc.date.available 2024-08-15T13:01:00Z
dc.date.issued 1959-04-04
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/5712
dc.description.abstract Satiriza a ascensão de indivíduos corruptos ao status de heróis nacionais. A trajetória de um herói começa com um roubo significativo, que deve ser notável e amplamente divulgado. O ladrão, para alcançar o prestígio, deve tornar sua transgressão pública e associar-se a grandes negócios. O dinheiro roubado deve ser investido em setores industriais, o que facilita a transformação do criminoso em um pioneiro respeitado. Ironiza o processo pelo qual um criminoso se torna um herói nacional ao aplicar sua fortuna em empreendimentos industriais, recebendo reconhecimento e admiração por seu "dinamismo" e contribuição para o progresso. A ascensão culmina quando o indivíduo obtém concessões valiosas, como explorar petróleo, e incorpora os lucros ao patrimônio nacional. Nesse ponto, o criminoso se consolida como um herói nacional, sendo celebrado e integrado ao círculo dos poderosos. A crítica é direcionada à superficialidade e hipocrisia da sociedade que, ao valorizar o progresso e a riqueza, fecha os olhos para a origem duvidosa do sucesso de certos indivíduos. Conclui com uma ironia mordaz, sugerindo que a República acolhe e exalta aqueles que, apesar de seus antecedentes criminosos, se mostram capazes de contribuir para o progresso econômico do país. pt_BR
dc.publisher Correio do Povo pt_BR
dc.subject Heroísmo; Corrupção; Hipocrisia; Indústria; Prestígio. pt_BR
dc.title Como Se Faz Um Herói (1959-04-04) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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