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| dc.contributor.author | Corção, Gustavo | |
| dc.date.accessioned | 2024-08-15T14:16:08Z | |
| dc.date.available | 2024-08-15T14:16:08Z | |
| dc.date.issued | 1959-05-20 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/5721 | |
| dc.description.abstract | Em Genebra, os representantes do mundo ocidental reúnem-se novamente para negociar com os soviéticos, enfrentando a cansativa e muitas vezes inútil tarefa de buscar entendimento. A tentativa de formar uma aliança com a União Soviética é marcada por paradoxos, dado que os líderes soviéticos demonstram uma sólida descrença em qualquer forma de entendimento ou pacto. A proposta de aliança é vista como um esforço para atingir interesses mínimos e transitórios, sem uma base sólida de confiança. Expressando um ceticismo profundo em relação à União Soviética, afirma que os dirigentes soviéticos não merecem crédito devido à falta de liberdade de opinião interna e à supressão da crítica. A falta de transparência interna resulta na perda de credibilidade externa, tornando as declarações dos líderes soviéticos desprovidas de valor e potencialmente enganosas. Ilustra essa visão com uma anedota sobre dois russos discutindo a verdade sobre uma viagem, evidenciando a natureza ilógica e enganosa das declarações soviéticas. A conclusão sugere que as reuniões diplomáticas, como a de Genebra, são igualmente ineficazes, com os termos sendo meramente pomposos e sem substância real. Concorda com um artigo de Antônio Vilaça, que critica a interferência de questões não essenciais e defende a simplicidade e a inocência na abordagem política, sugerindo que a imagem de Nossa Senhora de Fátima deveria permanecer fora dessas disputas complexas e desiludidas. | pt_BR |
| dc.publisher | Correio do Povo | pt_BR |
| dc.subject | Genebra; União Soviética; Negociações; Aliança; Diplomacia. | pt_BR |
| dc.title | Em Genebra (1959-05-20) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |