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| dc.contributor.author | Corção, Gustavo | |
| dc.date.accessioned | 2024-08-15T14:45:21Z | |
| dc.date.available | 2024-08-15T14:45:21Z | |
| dc.date.issued | 1959-06-02 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/5726 | |
| dc.description.abstract | Aborda um trágico episódio ocorrido no Brasil, no qual um desenhista, Tomás Peres Vasques, cometeu suicídio, matando seus filhos e sua esposa grávida antes de se matar. Ele deixou um recado escrito nas paredes, culpando diretamente o presidente Juscelino Kubitschek pela sua desgraça. Reflete sobre o significado desse ato desesperado, destacando que, apesar de não ser justo culpar o presidente diretamente pelos infortúnios individuais, o ato revela um problema mais profundo. Criticando a maneira como os governantes lidam com o sofrimento social, sugere que, apesar das desculpas e racionalizações que podem ser usadas para confortar o presidente, o episódio reflete uma falha fundamental na maneira como o governo encara e trata os problemas de miséria e fome. Considera que governar é mais do que estabelecer metas e desenvolver projetos; é também um dever moral que envolve a responsabilidade pelas vidas das pessoas. Argumenta que a indiferença do governo para com os problemas reais enfrentados pela população é inaceitável. Sugere que o presidente deve refletir profundamente sobre o sofrimento dos cidadãos e a seriedade das suas responsabilidades, e não apenas se concentrar em projetos grandiosos como a construção de Brasília. | pt_BR |
| dc.publisher | Correio do Povo | pt_BR |
| dc.subject | Tomás Peres Vasques; Juscelino Kubitschek; Responsabilidade; Reflexão; Governo | pt_BR |
| dc.title | Trabalho, Fome e Miséria (1959-06-02) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |