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| dc.contributor.author | Corção, Gustavo | |
| dc.date.accessioned | 2024-08-19T12:13:52Z | |
| dc.date.available | 2024-08-19T12:13:52Z | |
| dc.date.issued | 1959-09-18 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/5773 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre como certos atos de uma pessoa podem definir sua imagem pública, mesmo que esses atos sejam insignificantes em comparação com a totalidade de suas ações e qualidades. Usa o exemplo dos mórmons para ilustrar esse ponto. Apesar de a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ter evoluído e deixado a poligamia para trás desde 1888, a percepção pública ainda está fixada na imagem da seita como praticante da poligamia. Mesmo que os líderes mórmons apresentem doutrinas e ensinamentos profundos, eles são frequentemente lembrados pela poligamia histórica. Então faz uma crítica à atualidade brasileira ao comentar a situação do feijão, um alimento básico, e a chamada "ponte aérea" para transportá-lo de Goiás. Ironiza a grandiosidade com que o feito é tratado, comparando a operação de transporte de feijão a uma façanha heroica e destacando a falta de sentido e a superficialidade da situação. A crítica destaca como, muitas vezes, a forma como as coisas são apresentadas pode ser mais relevante do que o próprio conteúdo. Sugere que, enquanto algumas coisas podem ser elevadas a um status quase heroico, a realidade pode ser bem mais trivial e desprovida de importância real. | pt_BR |
| dc.publisher | Correio do Povo | pt_BR |
| dc.subject | Imagem pública; Mórmons; Percepção pública; História; Transporte; Feijão | pt_BR |
| dc.title | Os Mórmons, o Feijão e a Ponte Aérea (1959-09-18) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |