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| dc.contributor.author |
Corção, Gustavo |
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| dc.date.accessioned |
2024-08-23T11:13:17Z |
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| dc.date.available |
2024-08-23T11:13:17Z |
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| dc.date.issued |
1960 |
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| dc.identifier.uri |
http://hdl.handle.net/20.500.11959/5813 |
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| dc.description.abstract |
Critica a gestão pública dos serviços de telecomunicações no Brasil, especialmente sob o comando do coronel Bitencourt, que ocupou a direção do Departamento de Correios e Telégrafos (DCT). Considera razoável que o serviço de comunicações seja gerido por brasileiros e até monopolizado pelo governo, mas desaprova a atuação de Bitencourt, que expôs a precariedade do DCT em uma carta ao Presidente da República, alegando dificuldades devido a manobras de empresas estrangeiras e falta de segurança nacional. Refuta essas justificativas, argumentando que a verdadeira causa do descalabro nos serviços telegráficos é a nomeação de diretores sem competência técnica, escolhidos por critérios políticos e eleitorais. Segundo ele, a ineficiência do DCT se deve à prática de recompensar lealdade política em vez de selecionar especialistas qualificados. Também aponta a contradição nas declarações de Bitencourt, que, em discurso anterior, se gabou da capacidade do DCT de realizar grandes obras, mas depois afirmou que o departamento estava "caindo aos pedaços". Conclui que, embora a nacionalização dos serviços de telecomunicações seja desejável, isso só será possível quando as nomeações para cargos públicos se basearem em competência técnica, e não em favores políticos. |
pt_BR |
| dc.publisher |
Correio do Povo |
pt_BR |
| dc.subject |
Monopólio estatal; Comunicações; Departamento de Correios e Telégrafos; Segurança nacional; Nacionalização |
pt_BR |
| dc.title |
O Monopólio Estatal das Comunicações (1960) |
pt_BR |
| dc.type |
Other |
pt_BR |
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