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Discute a diferença de reações mundiais aos bombardeios em Londres e Berlim, ressaltando a indignação que cercou o primeiro e o aparente contentamento em relação ao segundo. Argumenta que o bombardeio aéreo, apesar de ser uma prática horrível e desumana, é percebido de maneiras distintas dependendo do contexto. Destaca que os bombardeios aliados, que estão sendo realizados em Berlim, são vistos como uma forma de "cura" para os crimes cometidos pelos alemães durante a guerra, que devastaram cidades e populações indefesas na Europa. Para Pilla, a força armada não é inerentemente boa ou má; ela é um agente da sociedade, e sua moralidade depende do uso que se faz dela. Se utilizada para cometer crimes, é má; se usada para defender a lei, é boa. Assim, conclui que a legitimidade da força armada depende de uma sanção moral, questionando a ética por trás das ações militares em tempos de guerra. A reflexão propõe um entendimento mais profundo sobre a moralidade nas guerras e os julgamentos das ações de diferentes nações. |
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