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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-09-27T12:13:13Z | |
| dc.date.available | 2024-09-27T12:13:13Z | |
| dc.date.issued | 1943-12-05 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6014 | |
| dc.description.abstract | No contexto de guerra, a Inglaterra luta não apenas por seus ideais, mas pela própria sobrevivência. Apesar dos perigos enfrentados, a nação mantém-se fiel a si mesma, defendendo a liberdade e as prerrogativas da personalidade humana. Um exemplo disso é o caso de Mosley, líder dos fascistas britânicos, que foi processado e condenado. Ao adoecer, o governo britânico decidiu libertá-lo, provocando uma onda de indignação popular que se refletiu na Câmara dos Comuns. O governo defendeu sua decisão, argumentando que não havia justificativa legal para a continuação de sua detenção, e que a saúde do libertado não permitia mais prolongar a clausura. A liberdade de Mosley foi vista como um ato de verdadeira democracia, mesmo em tempos de guerra, evidenciando o respeito às leis e direitos, até mesmo em relação àqueles que desejam destruí-los. Essa postura da Inglaterra contrasta fortemente com as repúblicas que, mesmo em tempos de paz, optam por regimes de exceção. Pilla ressalta a força da democracia britânica em momentos críticos, destacando sua determinação em não sacrificar princípios fundamentais. | pt_BR |
| dc.subject | Inglaterra; Guerra; Mosley; Liberdade; Democracia; Respeito; Direitos | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1943-12-05) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |