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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2024-09-27T13:34:03Z | |
dc.date.available | 2024-09-27T13:34:03Z | |
dc.date.issued | 1944-01-14 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6028 | |
dc.description.abstract | No discurso de Ano Novo, Hitler reflete uma mudança significativa na postura do regime nazista, que passa de arrogância a uma fragilidade visível. Acuado e sem a antiga confiança, o líder nazista agora se apresenta quase como uma vítima, lamentando a situação imposta pela Inglaterra, um contraste com sua anterior doutrina belicista. A transformação da retórica é acompanhada por um cinismo inegável, onde Hitler, que promoveu a guerra e a supremacia racial, tenta se passar por um pacifista forçado. Esse cinismo não é exclusivo do nazismo, mas uma característica comum a regimes autoritários. O despotismo é intrinsecamente cínico, dependendo da manipulação da verdade para justificar sua existência e ações. Os ditadores afirmam tudo, buscando legitimar seus atos por meio de palavras, aproveitando-se da ausência de crítica ou contestação. A eficácia de suas mentiras é reforçada pela falta de oposição e pelo controle sobre a narrativa. Assim, o discurso de Hitler serve como um exemplo da natureza cínica e manipuladora dos regimes totalitários, que distorcem a verdade para manter o poder. | pt_BR |
dc.subject | Discurso; Hitler; Arrogância; Cinismo; Mentiras; Manipulação; Guerra | pt_BR |
dc.title | Microscópio (1944-01-14) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |