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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2024-09-27T13:37:41Z
dc.date.available 2024-09-27T13:37:41Z
dc.date.issued 1944-01-18
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6029
dc.description.abstract Aborda a situação da imprensa na Argentina sob um regime autoritário é abordada com crítica incisiva. Destaca que a imprensa foi elevada à condição de órgão do Estado, uma honra não concedida em regimes democráticos. Embora os jornalistas tenham ganhado importância no funcionamento do Estado, isso veio à custa de sua liberdade, já que são obrigados a seguir diretrizes governamentais rigorosas. A fundação de novos jornais depende da aprovação do governo, e a publicação de conteúdos contrários aos interesses do Estado é severamente proibida. Assim, os jornalistas perdem a autonomia e se tornam meros servidores do regime, sem espaço para polêmicas ou discussões críticas. Em troca, recebem uma sensação de segurança e uma "paz de espírito", mas a um alto custo: a perda da liberdade de expressão. Compara essa situação à de um cão acorrentado, sugerindo que muitos prefeririam ser um “lobo livre” do que um "cão obediente". Critica a manipulação da verdade e a censura que imperam, revelando a condição precária e limitada da imprensa em um sistema autoritário. pt_BR
dc.subject Imprensa; Estado; Autonomia; Censura; Servidores; Liberdade de expressão pt_BR
dc.title Microscópio (1944-01-18) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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