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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-09-27T14:11:16Z | |
| dc.date.available | 2024-09-27T14:11:16Z | |
| dc.date.issued | 1944-02-17 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6038 | |
| dc.description.abstract | Discute a questão do jogo no Brasil, destacando seu impacto social e os esforços para regulamentá-lo. Historicamente, o jogo era livre no Rio Grande do Sul, mas agora está sob a supervisão do Poder Público, sendo tratado como uma grande indústria, comparável à siderurgia e à agricultura. Com a promoção do jogo sob a justificativa do turismo, grandes capitais têm investido na construção de cassinos luxuosos, muitas vezes com o apoio financeiro dos Institutos de Previdência. Menciona uma preocupação crescente sobre os efeitos nocivos do jogo, como expresso em uma carta pastoral do arcebispo e bispos da Província de São Paulo, que não teve ampla divulgação. O ministro da Guerra, ciente da disseminação desse "flagelo", tomou providências para proteger os militares. Contudo, argumenta que é impossível preservar as forças armadas de tal tentação se a sociedade civil estiver contaminada. Clama por ações decisivas das autoridades para erradicar essa "lepra" social, ressaltando a conexão entre a vida civil e a militar. | pt_BR |
| dc.subject | Jogo; Regulamentação; Turismo; Cassinos; Preocupação social; Erradicação da tentação | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1944-02-17) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |