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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-09-30T11:03:08Z | |
| dc.date.available | 2024-09-30T11:03:08Z | |
| dc.date.issued | 1944-03-31 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6047 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre a brutalidade nazista, destacando a recente execução de trezentos italianos como represália, inclusive figuras eminentes como Vitor Emanuel Orlando. O massacre ocorreu no Coliseu de Roma, o que evoca uma comparação entre a barbárie da Roma decadente e a crueldade moderna de Berlim. Embora ambos os cenários sejam brutais, ressalta que, na Roma antiga, havia uma preocupação estética nos atos de violência, e os condenados ainda tinham a esperança de perdão. Em contraste, o nazismo exibe uma bestialidade pura, sem compaixão ou dignidade, transformando o Coliseu em um matadouro desumano. Argumenta que, embora os horrores nazistas devam ser julgados e punidos, represálias não são o caminho correto. A Alemanha deve sentir as consequências de sua devastação, mas a vingança cega levaria a humanidade a um colapso moral. Defende que uma paz prematura seria catastrófica, pois deixaria a Alemanha sem a reeducação moral necessária. No entanto, adverte que represálias equivaleriam ao naufrágio da civilização contemporânea. | pt_BR |
| dc.subject | Nazismo; Represálias; Julgamento; Consequências; Reeducação moral; Paz prematura | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1944-03-31) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |