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Comenta o discurso recente do chefe da Nação, proferido na Associação Brasileira de Imprensa, elogiando a clareza e oportunidade da fala. Critica aqueles que alimentam esperanças de que a vitória das democracias na guerra traga automaticamente para o Brasil instituições políticas semelhantes às dos países vencedores, especialmente os saudosistas de regimes extintos. Destaca que o chefe da Nação refuta essas expectativas ao afirmar que a evolução política do Brasil seguirá seu próprio curso, nacional e genuinamente brasileiro. A prioridade, segundo o discurso, é vencer a guerra. Somente após o fim do conflito, quando o país voltar a desfrutar da paz, é que se completará a construção das instituições previstas na carta de 10 de novembro. Nesse contexto, o povo poderá expressar-se democraticamente, dentro da ordem e da lei, sem temores. Ironiza os "eternos saudosistas", que ainda sonham com eleições cheias de partidos políticos e campanhas demagógicas, mostrando que o futuro político do Brasil não seguirá esse modelo idealizado. |
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