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Destaca a experiência de Cuba como um exemplo de civismo em meio a um histórico de revoluções e ditaduras na América Latina. Menciona a liderança de Fulgêncio Batista, que, ao término de seu mandato, não recorreu a subterfúgios para permanecer no poder. Em vez disso, convocou eleições regulares e não buscou a reeleição, demonstrando um compromisso com a democracia. O fato de o partido oficial ter reconhecido sua derrota eleitoral evidencia a legitimidade do processo. Enfatiza que, apesar da distância e da falta de conhecimento sobre os eventos em Cuba, o gesto de Batista ao permitir eleições livres e aceitar sua derrota é uma lição valiosa para outras nações. Essa atitude é apresentada como uma "grande e luminosa lição" que, mesmo que possa ser esquecida, é um exemplo significativo de honestidade política e respeito à vontade do povo. Conclui que essa glória não se assemelha à busca de poder típica dos políticos convencionais, reforçando a importância da integridade na liderança. |
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