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Discute a proposta de ceder bases aéreas aos Estados Unidos após a guerra, sugerida como parte da função tutelar atribuída a algumas potências. A reação contra essa sugestão foi imediata e intensa, incluindo declarações veementes do governo. Observa que, embora a proposta tenha causado indignação, ela pode ser compreendida dentro do contexto da busca por uma solução realista para a paz mundial. Argumenta que, se a responsabilidade pela paz ficar nas mãos de apenas algumas potências soberanas, elas precisarão de recursos para garantir essa autoridade, sendo as bases aéreas um meio apropriado. Contudo, questiona a viabilidade de um país soberano ceder parte de seu território sem se comprometer e arriscar-se a perder a autonomia. A solução mais adequada, segundo ele, seria um desarmamento geral, onde a segurança seria garantida por uma força internacional. Conclui que soluções parciais são ineficazes e podem complicar questões fundamentais, destacando a necessidade de enfrentar os problemas com sinceridade e coragem. |
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