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Discute duas abordagens sobre o futuro da Alemanha após a Segunda Guerra. Uma proposta defende que a Alemanha, apesar de reparações justas, seja reintegrada à comunidade internacional, fortalecendo a sociedade das nações. Outra corrente sugere a ocupação militar temporária da Alemanha, com restrições rigorosas. No entanto, critica a ideia apresentada por Harry Hopkins, conselheiro próximo de Roosevelt, que propõe uma ocupação militar perpétua da Alemanha e do Japão, além da instituição do serviço militar obrigatório nos Estados Unidos. Essa política transformaria os EUA em uma potência militar incontestável, capaz de arbitrar a paz global. Faz um paralelo entre essas ideias e as pretensões imperialistas de Hitler e Hirohito, questionando se a dominação militar norte-americana seria mais justa. Ressalta a preocupação de nações menores e pacíficas sobre quem irá proteger o mundo da prepotência dos mais poderosos, levantando a questão central: "Quem vigiará os vigilantes da paz?". Alerta para o perigo de um novo imperialismo, dessa vez liderado pelos Estados Unidos, que poderia repetir os erros do passado. |
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