Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-10-10T11:48:15Z | |
| dc.date.available | 2024-10-10T11:48:15Z | |
| dc.date.issued | 1945-06-19 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6202 | |
| dc.description.abstract | Responde à acusação de Luiz Carlos Prestes de ser reacionário, alegando que tal rotulação é infundada. Justifica sua crítica ao regime autoritário de Getúlio Vargas, afirmando que suas condenações a certos movimentos internacionais, como os "Elias" na Grécia e o governo polonês de Lublin, foram mal interpretadas. Esclarece que seu objetivo foi criticar a violência e o golpismo, não defender qualquer governo específico. Ao mencionar a Grécia, discorre sobre a luta interna entre facções que se opõem à verdadeira liberdade, ressaltando que essa luta é uma negação da democracia, que ele defende. Distingue entre o "golpismo em ato", que nega a democracia, e o "golpismo em potência", que, segundo ele, poderia restabelecer a democracia. Argumenta que, enquanto ele se posiciona contra a violência que nega os princípios democráticos, Prestes parece estar apoiando uma forma de golpismo que apenas gera confusão. Para Pilla, a verdadeira luta pela democracia exige que os democratas reajam à corrupção e à violência, mesmo que isso signifique se opor a outros que, sob a fachada de democratas, promovem a desordem. Assim, aceita ser chamado de reacionário se isso significa defender princípios democráticos diante da hipocrisia e do extremismo. | pt_BR |
| dc.subject | Luiz Carlos Prestes; Reacionário; Ditadura; Getúlio Vargas; Democracia; Violência; Extremistas | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1945-06-19) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |