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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-10-10T12:39:07Z | |
| dc.date.available | 2024-10-10T12:39:07Z | |
| dc.date.issued | 1945-06-26 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6215 | |
| dc.description.abstract | A crítica se concentra na ilusão de que as ditaduras apenas afetam os direitos políticos, permitindo que cidadãos egoístas e acomodados ignorem as consequências mais amplas do autoritarismo. Observa que, ao instaurar a ditadura em 1937, Getúlio Vargas inicialmente gerou alívio entre alguns, que acreditavam estar livres de preocupações e decisões políticas. No entanto, ele ressalta que o despotismo é insaciável, consumindo não apenas a liberdade política, mas também direitos fundamentais e o patrimônio da população, que passa a depender da vontade de um único homem. Destaca que a população se tornou atônita ao perceber os efeitos de um recente decreto-lei que, sob a justificativa de combater trusts e monopólios, submete empresas importantes ao controle absoluto do governo. As empresas ficam, assim, sem possibilidade de recorrer à justiça, tornando-se meros instrumentos da ditadura ou enfrentando a extinção. Conclui que, mesmo diante do que parecia o fim da ditadura, o governo continuava a exercer controle, evidenciando a necessidade de vigilância e resistência por parte da população. | pt_BR |
| dc.subject | Direitos políticos; Despotismo; Getúlio Vargas; Decreto-lei; Monopólios; Liberdade; Patrimônio | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1945-06-26) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |