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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2024-10-10T13:36:55Z
dc.date.available 2024-10-10T13:36:55Z
dc.date.issued 1945-07-08
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6227
dc.description.abstract No seu primeiro discurso em Santos, Getúlio Vargas desestimulou a democracia, afirmando que ela não garante "pão nem cobertor". Apesar disso, ele orientou os trabalhadores do porto a votarem em um candidato que realmente representasse suas necessidades e direitos. Raul Pilla questiona a viabilidade dessa escolha, mencionando dois possíveis candidatos: Eduardo Gomes e Eurico Gaspar Dutra. Vargas não poderia apoiar Gomes, e, embora Dutra pudesse ser uma opção, não há indícios de que ele esteja alinhado com os interesses da classe trabalhadora. Além disso, Luiz Carlos Prestes declarou-se fora da corrida eleitoral. Pilla observa a ausência de um candidato adequado, o que gera um dilema para os trabalhadores. Compara essa situação a um enigma que é mais fácil de decifrar que o de Édipo, mas que ainda assim pode resultar em desilusão, pois a “Esfinge” que simboliza a incerteza política parece ameaçar todos os envolvidos, refletindo a confusão e desconfiança no cenário eleitoral. A crítica destaca a falta de alternativas viáveis para os trabalhadores em um contexto político complicado. pt_BR
dc.subject Getúlio Vargas; Democracia; Trabalhadores; Eduardo Gomes; Luiz Carlos Prestes; Corrida eleitoral pt_BR
dc.title Microscópio (1945-07-08) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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