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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-10-11T13:31:12Z | |
| dc.date.available | 2024-10-11T13:31:12Z | |
| dc.date.issued | 1945-12-27 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6269 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre a dualidade entre a celebração da vitória na guerra e a ausência de paz genuína. Embora a vitória tenha sido alcançada contra o que ele considera o Anti-Cristo e os princípios morais que sustentam a civilização, ele observa que os vencedores ainda não incorporaram o espírito cristão que deveria orientar suas ações. Critica a falta de fraternidade, afirmando que, após o término das hostilidades, o que persiste não é a paz, mas uma preparação para novos conflitos. Questiona a lógica da guerra, enfatizando que ela não beneficia ninguém — nem os soldados que perdem a vida nem as nações que se arruínam. Argumenta que a guerra é um fenômeno do passado, incompatível com as condições atuais da humanidade, e que os estadistas ainda se agarram a preconceitos e ideias ultrapassadas. Essas visões, que considera como fantasmas de um mundo morto, podem levar a humanidade a um caminho autodestrutivo. A mensagem central é que o verdadeiro Natal da Paz só será alcançado quando o espírito de Cristo retornar à Terra, expurgando os erros e crimes que perpetuam a violência e a discórdia. Assim, ele apela por uma reflexão sobre o significado da paz e a responsabilidade dos líderes na construção de um futuro mais harmonioso. | pt_BR |
| dc.subject | Celebração; Natal; Fraternidade; Conflitos; Preconceitos; Crimes; Responsabilidade; Construção | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1945-12-27) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |