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Instabilidade, Não; Adaptabilidade, Sim (1946)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2024-10-11T14:15:59Z
dc.date.available 2024-10-11T14:15:59Z
dc.date.issued 1946
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6281
dc.description.abstract Defende que a instabilidade governativa não é uma característica intrínseca do regime parlamentar clássico, mas ocorre quando há um desequilíbrio entre os poderes legislativo e executivo, como na França. Em contraste, países como a Inglaterra mostram que, embora haja mudanças de governo, a orientação geral das políticas públicas se mantém estável, pois reflete a vontade do parlamento e não de um único indivíduo ou partido. Essa flexibilidade, que chama de mutabilidade ou adaptabilidade, é, na verdade, uma virtude do sistema parlamentar, permitindo que o governo se ajuste às circunstâncias e à confiança popular. Critica o sistema presidencial, que tende a criar "ditaduras eletivas", onde a permanência de um governo que já não corresponde mais à vontade do povo é uma violação dos princípios democráticos. Também exemplifica essa ideia ao citar eventos históricos, como a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais, onde a instabilidade do governo parlamentar foi crucial para a identificação de líderes competentes, como Clemenceau e Churchill. Em contraste, destaca que Roosevelt, mesmo sendo um grande líder, só pôde atuar devido à sua posição no governo durante a guerra. Em resumo, enquanto o presidencialismo é rígido, o parlamentarismo é caracterizado por sua mutabilidade e adaptabilidade, atributos que são fundamentais para a eficácia da democracia. pt_BR
dc.publisher Diários Associados pt_BR
dc.subject Instabilidade; Regime; Públicos; Democracia; Crises; Desequilíbrio pt_BR
dc.title Instabilidade, Não; Adaptabilidade, Sim (1946) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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