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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2024-10-31T11:00:21Z
dc.date.available 2024-10-31T11:00:21Z
dc.date.issued 1948-07-03
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6426
dc.description.abstract Destaca a contradição das democracias ao tolerarem ditaduras, principalmente a de Franco, após a derrota do nazi-fascismo na Europa. Relembra uma passagem do diário de Goebbels, onde o propagandista nazista descreve o receio dos fascistas de perderem o "baluarte" contra o comunismo para os ingleses, o que seria "imbecilidade". No entanto, observa que, ao final da guerra, a ditadura espanhola de Franco não apenas sobreviveu, como se beneficiou de condescendência, até cumplicidade, por parte das nações democráticas. Essa tolerância reflete, segundo ele, uma contradição perigosa, onde o medo do comunismo leva as democracias a fazerem concessões ao fascismo. Argumenta que essa postura é fatal para a democracia, pois ao permitir alianças com regimes totalitários, as democracias perdem sua própria essência e colocam a civilização em risco. Assim, ao favorecerem o fascismo como suposta defesa contra o comunismo, as democracias se expõem a uma perigosa duplicidade, que denuncia como insustentável e destrutiva para a própria civilização. pt_BR
dc.subject Subterfúgio; Democracias; Ditadura; Comunismo; Nazi-fascismo; Regimes Totalitários pt_BR
dc.title Microscópio (1948-07-03) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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