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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2024-10-31T11:29:20Z
dc.date.available 2024-10-31T11:29:20Z
dc.date.issued 1948-09-02
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6435
dc.description.abstract Analisa a profunda crise que a França enfrenta, resultado de duas guerras devastadoras que devastaram gerações e culminaram em uma grave decadência moral. Observa que, durante a invasão nazista, parte da população, corroída pelo materialismo e extremismo político, acolheu o invasor como um salvador, o que destaca a fragilidade da democracia francesa em contraste com regimes autoritários. Argumenta que essa crise se reflete nas constantes mudanças de governo, com crises sucessivas que os democratas interpretam como reações naturais a uma doença política, enquanto os cesaristas clamam pela crise do regime. Para ele, essas transformações são essenciais para que a nação reconheça seus problemas e busque soluções. Aponta a incapacidade de ajustar salários e preços como a principal causa das quedas dos gabinetes Schuman e André Marie. Questiona a possibilidade de resolver essa questão na atual situação da França, sugerindo que, se for viável, um governo capaz surgirá a partir das crises. Em contrapartida, critica o presidencialismo, que, apesar de sua ineficácia em lidar com crises semelhantes no Brasil, continua inabalável, resultando na deterioração das crises econômica, financeira e moral. Conclui que essa realidade expõe as falhas do modelo democrático em vigor. pt_BR
dc.subject França; Crise; Governo; Decadência; Democracia; Salários; Mudanças; População pt_BR
dc.title Microscópio (1948-09-02) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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