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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-26T12:20:42Z | |
| dc.date.available | 2024-11-26T12:20:42Z | |
| dc.date.issued | 1949-04-20 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6578 | |
| dc.description.abstract | Refuta críticas ao parlamentarismo, destacando contradições no discurso de defensores do presidencialismo. Critica a afirmação de que o parlamentarismo seria um sistema "perempto e atrasado" e observa que, paradoxalmente, o regime é peculiar a países de alta cultura política. Para Pilla, tal argumento revela incoerência: se o parlamentarismo não funciona no Brasil, é porque o país estaria atrasado para adotar um sistema que requer maturidade institucional. Rebate objeções ao parlamentarismo com exemplos históricos. Defende que na França, entre 1875 e 1914, o regime parlamentar possibilitou o crescimento como segunda maior potência colonial, mesmo com suas imperfeições. Após a Primeira Guerra Mundial, o sistema ajudou a evitar revoluções e ditaduras. Na Itália, o parlamentarismo contribuiu para a unificação nacional e o rápido fortalecimento como potência europeia, transformando um território fragmentado e dominado por estrangeiros em um país coeso e relevante. Conclui que os problemas atribuídos ao parlamentarismo muitas vezes decorrem de ignorância histórica ou da má interpretação de fatos, reforçando o valor do regime como alternativa viável para situações complexas e países em desenvolvimento político. | pt_BR |
| dc.subject | Parlamentarismo; Presidencialismo; Contradições; Revoluções; Ditaduras; Desenvolvimento Político | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1949-04-20) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |