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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-26T12:52:23Z | |
| dc.date.available | 2024-11-26T12:52:23Z | |
| dc.date.issued | 1949-04-15 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6585 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre o processo constituinte e os desafios enfrentados pela Assembleia Constituinte que, em sua pressa e insegurança, acabou ignorando questões fundamentais para o fortalecimento da democracia. O ambiente psicológico da época, marcado pela urgência e pelo medo de que qualquer demora pudesse ameaçar a recém-estabelecida democracia, levou os constituintes a tratar superficialmente problemas cruciais. Um desses problemas foi a organização dos poderes e a escolha do presidente da República, que acabou sendo resolvida de maneira inadequada. Critica a escolha do sistema presidencialista adotado na Constituição, que foi decidida sem uma análise profunda das implicações políticas e institucionais. A falta de um debate adequado também afetou decisões mais simples, como a eleição do presidente, que poderia ter sido mais justa se exigisse uma maioria absoluta dos votos. Em vez disso, a Constituição permitiu que o presidente fosse eleito por uma minoria no Congresso, o que gerou o risco de crises políticas. Aponta que, embora tenha sugerido emendas que garantissem uma maior legitimidade à escolha presidencial, essas propostas foram ignoradas. Também menciona que, com o tempo, as falhas desse sistema se tornaram evidentes e que figuras como o senador Góis Monteiro começaram a reconhecer a necessidade de revisar a Constituição para evitar complicações políticas mais sérias no futuro, tanto no cenário federal quanto estadual. | pt_BR |
| dc.subject | Assembleia Constituinte; Sistema Presidencial; Democracia; Constituição; Eleição; Maioria Absoluta; Senador Góis Monteiro | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1949-04-15) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |