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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2024-11-26T13:46:37Z
dc.date.available 2024-11-26T13:46:37Z
dc.date.issued 1949-05-17
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6592
dc.description.abstract Reflete sobre a relação entre a Igreja e os partidos políticos, destacando a presença do bispo de Santos em uma reunião do Partido de Representação Popular, liderado por Plínio Salgado. Expressa sua opinião pessoal sobre a separação entre a Igreja e a política, citando as palavras de Cristo, “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, como a base de sua reflexão. Contudo, reconhece o direito dos altos dignitários eclesiásticos de adotar uma postura diferente, que envolva a política de maneira mais explícita. Faz uma crítica construtiva, destacando que, seja qual for a posição tomada pela Igreja — apoiar todos os partidos que se alinhem aos princípios cristãos ou apoiar um partido específico — ela precisa ser clara e coerente. A contradição de uma Igreja que se posiciona ao mesmo tempo acima dos partidos e dentro de um deles é considerada inaceitável. Alerta para a necessidade de uma escolha bem definida, sem a pretensão de ocupar uma posição ambígua ou neutra. Também questiona a relevância de organizações como a Liga Eleitoral Católica, que buscam posicionar-se acima dos partidos para atender exclusivamente aos interesses espirituais da Igreja. Em última análise, defende que a Igreja deve adotar uma postura política clara e fundamentada, sem ambiguidades ou sobreposições de papéis. pt_BR
dc.subject Partidos; Bispo de Santos; Doutrina; Autoridades Eclesiásticas; Organização; Igreja; Política pt_BR
dc.title Microscópio (1949-05-17) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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