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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-26T13:51:47Z | |
| dc.date.available | 2024-11-26T13:51:47Z | |
| dc.date.issued | 1949-05-21 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6594 | |
| dc.description.abstract | Aborda a atitude do Ministro da Fazenda, que tem enfrentado críticas por suas ações no governo. Inicialmente, ele tentou evitar comparecer à Câmara dos Deputados para esclarecer questões envolvendo a concessão de refinarias de petróleo, a venda de estoques de café e o resgate antecipado de um empréstimo. Quando decidiu comparecer ao Senado, sem ser convocado, justificou que a decisão foi tomada após consulta ao presidente da República. Posteriormente, ele também estendeu sua visita à Câmara, mencionando que recebeu autorização do vice-presidente em exercício, Nereu Ramos. Pilla questiona as razões pelas quais o ministro atribuiu a responsabilidade ao presidente da República, sugerindo que tal atitude buscava evitar uma maior exposição dos casos polêmicos. Critica a justificativa de que o ministro agiu de acordo com a conveniência do presidente, ressaltando que a Constituição de 1891 estabelece que os ministros são responsáveis por seus próprios atos e devem comparecer ao Congresso quando solicitados. Destaca que os ministros, de acordo com a Constituição, não são meros auxiliares do presidente, mas têm responsabilidades independentes e devem ser responsabilizados por suas ações. Conclui afirmando que, no atual sistema, os ministros devem agir com autonomia e prestar contas ao Congresso, sem interferência direta do chefe do Executivo. | pt_BR |
| dc.subject | Ministro da Fazenda; Câmara dos Deputados; Refinarias de Petróleo; Constituição de 1891; Responsabilidade; Autonomia; Sistema Político | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1949-05-21) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |