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Aborda o problema central da humanidade: a organização da paz. Destaca que, enquanto a paz não for devidamente estabelecida, todos os esforços para melhorar as condições econômicas globais serão em vão. Reflete sobre as consequências das guerras, que destroem o trabalho humano e comprometem o desenvolvimento global. Critica a ideia de uma "paz armada", que é uma paz sustentada pela ameaça de força militar, e aponta que a verdadeira paz só será alcançada por meio de uma estrutura internacional sólida e cooperativa. Reconhece a dificuldade atual em resolver essa questão devido à postura da Rússia, que, segundo ele, busca perturbar o mundo ocidental e dominar as nações. Apesar disso, argumenta que isso não torna o problema insolúvel. Sugere que o mundo ocidental deveria organizar-se sem a Rússia, e se necessário, contra ela, para garantir uma ordem internacional estável e democrática. Defende a criação de uma verdadeira sociedade democrática de nações, onde as nações antissociais seriam contidas pela força da coletividade jurídica. Vê tentativas como a ONU, o Plano Marshall e o Pacto do Atlântico como passos importantes, mas insuficientes. Para ele, é crucial uma solução completa para a paz, sem a qual a catástrofe será inevitável. |
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