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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2024-11-26T14:15:08Z
dc.date.available 2024-11-26T14:15:08Z
dc.date.issued 1949-06-02
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6601
dc.description.abstract Discute a decisão do Superior Tribunal Eleitoral (STE) sobre a questão das vagas deixadas pelos representantes comunistas. Critica a decisão do Tribunal, afirmando que ao declarar a inconstitucionalidade da lei que propunha uma nova distribuição das vagas, o STE errou ao admitir implicitamente que uma solução diferente poderia ser adotada. No entanto, ele reconhece um aspecto positivo na atitude do Tribunal: sua demonstração de independência. Acredita que, embora o Tribunal tenha cometido um erro, sua postura foi uma tentativa de reafirmar sua autonomia diante dos outros Poderes. Destaca que, apesar do erro cometido, o Tribunal demonstrou capacidade para corrigir suas falhas no futuro. Para ele, essa atitude da Justiça Eleitoral, ao errar com independência, é mais valiosa do que uma decisão acertada sem essa postura. Conclui que o erro, embora grave, é parte do processo de afirmação da autoridade e independência do Judiciário. pt_BR
dc.subject Superior Tribunal Eleitoral; Inconstitucionalidade; Representantes Comunistas; Justiça Eleitoral; Independência; Autoridade pt_BR
dc.title Microscópio (1949-06-02) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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