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Faz uma crítica contundente à decadência moral da civilização moderna, associando-a ao aumento do sensualismo, pragmatismo e amoralismo, que corroem a essência espiritual e transcendente da vida. Argumenta que, em um contexto de dissolução moral, as grandes ferramentas da civilização, como a imprensa, o cinema e o rádio, que deveriam promover o bem, estão sendo utilizadas para espalhar o mal, pois estão a serviço das tendências mais baixas da humanidade. A técnica, por si só, é ineficaz ou até prejudicial quando usada para fins destrutivos. Lamenta que a sociedade tenha acolhido esses fatores nocivos com indiferença e complacência. Destaca que, embora o Poder Público tenha pouco a fazer nesse campo, devido ao risco de invadir as liberdades individuais, a Igreja tem um papel crucial em reagir contra essa dissolução moral. Segundo ele, a Igreja compreendeu a necessidade de atuar não apenas nas origens da corrupção, mas também nos próprios meios de propagação do mal, como os meios de comunicação. A moralidade deve ser combatida por meios morais, com a conscientização da sociedade e o despertar da repulsa a esses fatores de degradação. Elogia a postura do Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro, que convocou um Sínodo em sua Arquidiocese, iniciando uma verdadeira "guerra santa" contra a decadência moral. |
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