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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-26T14:20:21Z | |
| dc.date.available | 2024-11-26T14:20:21Z | |
| dc.date.issued | 1949-06-10 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6603 | |
| dc.description.abstract | Critica a forma como o ministro da Fazenda, ao comparecer à Câmara dos Deputados, tratou a questão de ser interrogado pelos deputados. De acordo com o Regimento, ministros podem ser ouvidos, mas não há regras claras sobre se devem ou não responder a perguntas. O vice-presidente da Câmara, ao conduzir os trabalhos, resolveu aplicar as disposições regimentais aos ministros, o que Pilla considera inadequado. Argumenta que a Constituição exige que ministros compareçam ao Congresso para prestar informações e serem interrogados, e não simplesmente para fazer declarações sem responder a dúvidas. Vê a atitude do ministro como uma tentativa de burlar o texto constitucional, ao recusar-se a responder às questões e saindo após fazer suas declarações. Para ele, a solução seria emendar o Regimento da Câmara para regular a presença dos ministros de forma mais clara, permitindo que, ao comparecerem, eles não só forneçam informações, mas também participem de um debate efetivo com os deputados. Isso poderia ser feito através da constituição de uma Comissão Geral, que facilitaria um ambiente mais democrático e aberto ao questionamento. Assim, defende um papel mais ativo e responsivo dos ministros perante o Congresso, em sintonia com o que estabelece a Constituição. | pt_BR |
| dc.subject | Câmara dos Deputados; Esclarecimentos; Debate; Prerrogativa; Comissão Geral; Reforma | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1949-06-10) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |