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Critica tanto a exploração política da ideia da paz por parte dos comunistas quanto a postura adotada pelo governo em relação a essa questão. Observa que, enquanto os comunistas buscam usar a paz como meio de agitação política ou distração frente a um possível conflito entre a Rússia e o Ocidente, o governo também comete erros ao tomar atitudes que desconsideram a Constituição. Ao agir com arbítrio e violar a legalidade constitucional, o governo enfraquece sua legitimidade e permite que os opositores se utilizem de estratégias similares. Argumenta que, mesmo sendo a favor da paz e de sua organização em bases jurídicas, qualquer movimento em favor desse ideal inevitavelmente teria participação de elementos comunistas, o que levaria à repressão policial, como já ocorre com "congressos de paz". Essa situação expõe o governo a um perigo ainda maior, ao adotar uma política anticomunista mal orientada, que coloca em risco as liberdades e a capacidade de organização legítima. Adverte que a repressão, sob o pretexto de combater o comunismo, pode acabar sufocando movimentos democráticos e fundamentais para o país. |
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