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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-29T11:33:12Z | |
| dc.date.available | 2024-11-29T11:33:12Z | |
| dc.date.issued | 1949-07-02 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6620 | |
| dc.description.abstract | Analisa a polícia como um instrumento do governo, destacando sua natureza dependente da liderança política vigente. Argumenta que, embora as forças policiais possam ser responsabilizadas por abusos e desmandos, a verdadeira culpa recai sobre o governo que as comanda. Exemplifica isso com a mudança na gestão da Polícia do Distrito Federal, quando, sob a liderança de Alcides Etchegoyen e Nélson Melo, a polícia se tornou eficiente e respeitosa à lei, sem mudanças significativas em sua estrutura. A única alteração foi a mudança de direção política, o que transformou completamente a atuação policial. Critica a atual situação, em que, apesar do Brasil estar sob uma suposta democracia com uma Constituição que garante os direitos individuais, a polícia continua a agir de maneira arbitrária e truculenta, similar aos piores tempos da ditadura. Para ele, a polícia reflete o desejo e a orientação do governo que a controla, e enquanto este continuar a permitir abusos, a polícia permanecerá como um reflexo da repressão governamental. Em suma, a polícia não é senão o que o governo decide que ela seja, um instrumento do poder político vigente. | pt_BR |
| dc.subject | Polícia; Governo; Abusos; Direção política; Regime democrático; Ditadura; Responsabilidade | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1949-07-02) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |