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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2024-11-29T11:44:54Z
dc.date.available 2024-11-29T11:44:54Z
dc.date.issued 1949-09-09
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6624
dc.description.abstract Critica a morosidade e as disputas em torno da escolha do presidente no regime presidencialista brasileiro, destacando que a demora na solução da questão não deve ser vista como um problema de ambições pessoais, mas como uma consequência da própria estrutura do regime. Segundo ele, o presidente, com seu poder extraordinário, domina a política nacional de forma incontestável. O partido que o elege exerce influência significativa sobre os demais, o que gera uma disputa intensa entre facções, inclusive dentro do mesmo partido, para determinar quem assumirá o cargo presidencial. Aponta que, devido à concentração de poder na figura do presidente, as hesitações e os conflitos em torno da escolha são inevitáveis. Mesmo aqueles que clamam por uma decisão rápida e clara sobre a presidência são, na realidade, os primeiros a criticar intervenções que não atendam aos seus interesses. Para resolver essa situação, sugere uma mudança no regime político, transformando o presidente em um cargo simbólico de maior moderação e menor poder, afastando a centralização de decisões e permitindo que outras questões da vida pública possam ser debatidas com mais equilíbrio e relevância. pt_BR
dc.subject Morosidade; Disputas; Presidente; Partido; Facções; Regime Político; Transformação pt_BR
dc.title Microscópio (1949-09-09) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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