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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2024-11-29T12:01:13Z
dc.date.available 2024-11-29T12:01:13Z
dc.date.issued 1949-09-22
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6627
dc.description.abstract Compara a monarquia de D. Pedro I com o regime presidencialista da República, destacando o poder pessoal concentrado nas mãos do monarca. D. Pedro I interpretou a Constituição do Império de maneira a garantir que os ministros dependessem exclusivamente de sua vontade, o que gerou um conflito com o parlamento e a população. O Imperador cedeu em parte, mas, em 1831, despediu inesperadamente o ministério recém-formado e nomeou outro, composto por figuras menos influentes. Isso provocou manifestações populares em apoio ao ministério anterior e exigindo a sua reintegração. O povo se reuniu no Campo de Santana, pressionando pelo retorno do governo. O monarca, diante da pressão, abdicou em abril de 1831, reconhecendo sua derrota frente ao sentimento democrático popular. Pilla reflete que, no regime republicano, tal manifestação espontânea seria impossível sem a autorização das autoridades. O controle sobre a liberdade de reunião e expressão no Brasil contemporâneo seria rígido, com punições severas para aqueles que desobedecessem às leis de segurança. Aponta que, ao longo de um século, a liberdade popular foi severamente restringida, e a espontaneidade das manifestações, como as de 1831, foi praticamente extinta. pt_BR
dc.subject D. Pedro I; Poder Pessoal; Constituição; Governo; Ministros; Parlamento; Manifestações; Povo; República; Liberdade pt_BR
dc.title Microscópio (1949-09-22) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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