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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-29T12:18:20Z | |
| dc.date.available | 2024-11-29T12:18:20Z | |
| dc.date.issued | 1949-10-14 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6632 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre a estabilidade e a adaptabilidade dos governos parlamentares, usando como exemplo o gabinete de Henri Queuille na França, que, após mais de um ano de dificuldades, se demitiu devido às divergências internas entre seus ministros. Destaca que a chamada "instabilidade" dos governos parlamentares não é um defeito, mas uma virtude, pois permite que o governo se adapte às mudanças e evite crises mais graves, como revoluções ou golpes de estado. A principal diferença entre o sistema parlamentar e o presidencialista é que, no primeiro, a instabilidade pode ser resolvida com a saída do governo, como aconteceu na França, enquanto no presidencialismo o presidente toma as decisões sozinho, sem que os ministros possam questionar ou se opor. Argumenta que, no caso do presidencialismo, a falta de dissenso entre os ministros e a centralização de poder nas mãos de um único indivíduo dificultam a resolução democrática de problemas graves, como a crise enfrentada pelo governo francês. Sugere que, no sistema presidencialista, o debate interno entre os ministros seria inexistente, já que a decisão final dependeria unicamente do presidente. | pt_BR |
| dc.subject | Estabilidade; Adaptabilidade; Governo parlamentar; Presidencialismo; Instabilidade; Dissenso; Henri Queuille; Política comparada | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1949-10-14) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |