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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-29T12:41:06Z | |
| dc.date.available | 2024-11-29T12:41:06Z | |
| dc.date.issued | 1949-10-26 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6640 | |
| dc.description.abstract | Aborda a crise ministerial na França, argumentando que a situação econômica, política e social do país não é causada pelo sistema parlamentar, mas por questões estruturais internas. A crise no governo de Henri Queuille, que se demitiu espontaneamente devido à incapacidade de lidar com a alta do custo de vida e dos salários, ilustra a flexibilidade do sistema parlamentar, que permite a substituição de governos ineficazes. Destaca que, ao contrário de críticas superficiais, o sistema parlamentar não deve ser responsabilizado pelas crises recorrentes, já que sua dinâmica evita a imposição de ditaduras e revoluções, como ocorreria em um sistema presidencialista. A formação de um novo gabinete na França enfrenta dificuldades devido à falta de uma maioria clara nos partidos, além da divisão interna sobre a solução mais adequada. Contesta os críticos do parlamentarismo, sugerindo que, em uma situação como a da França, o presidencialismo apenas prolongaria as crises, sem oferecer soluções eficazes. Conclui que o sistema parlamentar, apesar de suas crises, tem mais qualidades do que o presidencialismo, pois evita soluções autoritárias e favorece a busca por consenso político. | pt_BR |
| dc.subject | Crise Ministerial; França; Governo Henri Queuille; Salários; Ditadura; Revolução; Partidos; Política | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1949-10-26) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |