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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-29T12:43:58Z | |
| dc.date.available | 2024-11-29T12:43:58Z | |
| dc.date.issued | 1949-11-08 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6641 | |
| dc.description.abstract | Critica o sistema presidencialista, descrevendo-o como um regime marcado por crises sem solução, devido à sua rigidez e falta de flexibilidade. O presidencialismo impede ajustes rápidos, exigindo prazos fixos e longos para qualquer mudança, mesmo quando as circunstâncias demandam ações imediatas. Em contraste, o parlamentarismo é caracterizado pela sua capacidade de adaptação e resolução de conflitos com rapidez, permitindo que desacordos entre os poderes executivo e legislativo sejam solucionados em dias ou semanas, sem grandes abalos. Exemplifica essa limitação do presidencialismo com o caso de um conflito no município de São Gabriel, no Rio Grande do Sul, entre o prefeito e a Câmara de Vereadores. O impasse gerou uma crise administrativa, e, como no sistema presidencial, não há como resolver a disputa sem esperar o término dos mandatos ou realizar novas eleições. Menciona a proposta da Câmara para que ambos renunciassem, possibilitando a criação de um novo governo, mas observa que isso é difícil no presidencialismo, que não permite soluções rápidas como o parlamentarismo. A crítica é clara: no presidencialismo, crises graves se prolongam sem um remédio eficaz, ao contrário do que ocorre em sistemas parlamentares. | pt_BR |
| dc.subject | Presidencialismo; Crises; Sistema Parlamentar; Câmara de Vereadores; São Gabriel; Eleições; Renúncia; Conflito | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1949-11-08) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |