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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-29T13:20:34Z | |
| dc.date.available | 2024-11-29T13:20:34Z | |
| dc.date.issued | 1950-01-12 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6644 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre a queda da China ante os comunistas, enfatizando que, embora os comunistas tenham recebido apoio da União Soviética, o governo chinês também contou com o auxílio das potências ocidentais, especialmente os Estados Unidos. Argumenta que a vitória dos comunistas não se deveu à superioridade ideológica, mas sim à corrupção e incapacidade do governo nacionalista liderado por Chiang Kai-shek. O governo chinês, marcado por uma camarilha corrupta e ineficaz, perdeu o apoio americano, que cansou de sustentar um regime em falência. Adverte que, embora o Brasil não tenha chegado à situação da China, o país segue um caminho similar, com uma ditadura anterior que gerou corrupção e incapacidade. A transição para a democracia, segundo ele, não modificou substancialmente os costumes e práticas políticas do país. A democracia brasileira, embora formal, é ainda permeada pelos vícios da antiga ditadura. Alerta que a verdadeira luta contra o comunismo não deve se concentrar apenas na repressão ideológica, mas também no combate à corrupção e à ineficiência, como o exemplo da China demonstra. Conclui perguntando se o Brasil aprenderá com essa lição. | pt_BR |
| dc.publisher | Correio do Povo | pt_BR |
| dc.subject | China; Comunistas; Corrupção; Incapacidade; Eleições; Brasil; Combate ao Comunismo; Sociologia; Futuro | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1950-01-12) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |