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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-29T13:24:48Z | |
| dc.date.available | 2024-11-29T13:24:48Z | |
| dc.date.issued | 1949-02-25 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6645 | |
| dc.description.abstract | Discute o problema do presidencialismo e como ele pode levar a abusos de poder, exemplificado pelo caso de Alagoas. Argumenta que, no atual sistema presidencialista, um governante incapaz ou irresponsável pode continuar no poder sem possibilidade de intervenção legal ou política eficaz. O governador de Alagoas, mesmo enfrentando a oposição da população e da Assembleia Legislativa, manteve-se no cargo devido à rigidez do sistema, que impede uma resposta rápida e eficaz a situações de má gestão ou autoritarismo. Destaca que, ao contrário do parlamentarismo, onde um governo incapaz cai rapidamente diante de um embate parlamentar, no presidencialismo, a responsabilidade política é reduzida e os mecanismos de impeachment são frequentemente ineficazes. Critica a concentração de poder no executivo, argumentando que um governante, uma vez eleito, adquire direitos que o tornam quase imune a mudanças ou correções, independentemente de sua atuação. Utiliza o exemplo de Alagoas para ilustrar como o presidencialismo pode levar a um cenário de impunidade e desgoverno, onde um governante pode continuar cometendo abusos sem ser responsabilizado adequadamente. | pt_BR |
| dc.subject | Presidencialismo; Alagoas; Governador; Assembleia Legislativa; População; Abusos de poder | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1949-02-25) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |