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Critica a debilidade do Congresso brasileiro, que deveria representar o povo, mas, na prática, acaba sendo refém do poder Executivo. De acordo com ele, o Congresso tem uma postura submissa, marcada por um complexo de inferioridade frente à força do Executivo, que domina a nação. Esta fragilidade institucional é visível especialmente em momentos de violência policial, como as ocorridas na capital, onde o Congresso se limita a lamentar e condenar os abusos, sem conseguir agir concretamente para corrigir a situação. Mesmo quando convoca ministros para dar explicações, o Congresso se vê impotente, sem capacidade para exigir ações efetivas ou destituir responsáveis, como seria previsto pela Constituição. Destaca o caráter simbólico e fútil dessas convocações, já que, no fundo, o Congresso não tem poder real para confrontar o governo. A situação se torna ainda mais grave quando os próprios deputados, ao discutirem esses abusos, revelam um sentimento de vergonha e humilhação, mais do que indignação. Conclui que o Congresso brasileiro, apesar de ser formalmente um órgão de representação do povo, se tornou uma mera fachada, incapaz de cumprir seu papel constitucional de proteger os direitos e interesses da população. |
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