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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-29T14:08:59Z | |
| dc.date.available | 2024-11-29T14:08:59Z | |
| dc.date.issued | 1950-04-14 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6660 | |
| dc.description.abstract | Critica a falta de partidos nacionais fortes no Brasil, destacando que os partidos existentes são essencialmente organizações eleitorais sem consistência ideológica, como os dois grandes partidos norte-americanos, mas mais frágeis e desorganizados. A transição rápida da ditadura para a democracia e a falta de tempo para o amadurecimento partidário resultaram em partidos pequenos e voltados para o imediato objetivo eleitoral, como o Partido Libertador e o Socialista. Aponta que a debilidade desses partidos se deve, em parte, ao sistema presidencialista, que não exige partidos fortes para funcionar, mas apenas organizações que disputem cargos executivos, como a presidência da República, governadores e prefeitos. O poder concentrado nas mãos do presidente da República enfraquece a formação de partidos sólidos, com o partido do governo sendo essencialmente a figura presidencial e sua base. O Partido Social-Democrático, diante dessa realidade, luta contra a centralização do poder e o domínio do sistema presidencialista, mas se vê incapaz de enfrentar o poder presidencial, que continua a dominar o cenário político. Conclui com uma crítica ao regime vigente, que muitos desejam manter, seja por interesse ou ingenuidade. | pt_BR |
| dc.subject | Partidos; Sistema Presidencial; Democracia; Partido Social-Democrático; Poder Executivo; Política Brasileira | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Luta Desesperada (1950-04-14) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |