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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-12-03T11:02:50Z | |
| dc.date.available | 2024-12-03T11:02:50Z | |
| dc.date.issued | 1949-12-29 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6670 | |
| dc.description.abstract | Analisa a dificuldade de acordo entre os maiores partidos centristas no Brasil, apesar da afinidade de seus programas, destacando que o principal obstáculo é o sistema presidencialista vigente. Observa que, no presidencialismo, o poder concentra-se de forma exacerbada na figura do presidente, transformando-o em um fator determinante na política nacional. Isso faz com que os partidos disputem intensamente pelo controle do poder, muitas vezes desconsiderando as ideias ou programas em favor de interesses puramente pragmáticos. Defende que o problema não está tanto nos partidos, mas no sistema político. O presidencialismo cria uma "ditadura constitucional" que incentiva o apego ao poder pelo poder, fomentando antagonismos e dificultando colaborações. Em contraste, no parlamentarismo, ele argumenta que a dinâmica seria distinta: a precariedade do poder executivo, com a possibilidade de mudanças frequentes de governo, suaviza as disputas partidárias, promovendo uma política centrada em ideias e programas concretos. Critica o atual regime brasileiro por não oferecer uma verdadeira expressão democrática e por centralizar a política na busca pelo poder. Conclui que, enquanto persistir o sistema presidencialista, os partidos continuarão a agir dessa maneira, condicionados pelas regras impostas pelo regime. | pt_BR |
| dc.publisher | Correio do Povo | pt_BR |
| dc.subject | Partidos; Presidencialismo; Ditadura Constitucional; Governo; Parlamentarismo; Precariedade | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1949-12-29) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |