Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-12-03T11:08:47Z | |
| dc.date.available | 2024-12-03T11:08:47Z | |
| dc.date.issued | 1950-01-05 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6672 | |
| dc.description.abstract | Aborda a ameaça de golpes de Estado no Brasil, destacando o perigo de que este recurso, historicamente recorrente, seja utilizado como uma ferramenta política por minorias inescrupulosas contra maiorias desprevenidas. Embora reconheça o compromisso das Forças Armadas com suas funções constitucionais, alerta para a persistente vulnerabilidade do país a conspirações palacianas. Elogia o general Canrobert Pereira da Costa, ministro da Guerra, por suas declarações firmes à jornalista Sara Marques e sua circular dirigida aos comandantes regionais, reafirmando o compromisso com a ordem constitucional e garantindo que não haverá golpe enquanto ele estiver no comando. No entanto, ressalta que a segurança total depende da permanência de Canrobert no cargo, pois sua saída, por força de conspirações internas, poderia abrir espaço para rupturas institucionais. Para Pilla, é essencial manter a vigilância constante, alertando as Forças Armadas e a população contra políticos e militares que possam tentar solucionar interesses pessoais por meio de golpes. Reafirma que a defesa da democracia exige atenção contínua e ação preventiva contra possíveis ameaças. | pt_BR |
| dc.publisher | Correio do Povo | pt_BR |
| dc.subject | Golpe; Forças Armadas; Constituição; Ministro da Guerra; Conspiração; Segurança; Declarações | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1950-01-05) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |