| dc.description.abstract |
Aborda a ameaça de golpes de Estado no Brasil, destacando o perigo de que este recurso, historicamente recorrente, seja utilizado como uma ferramenta política por minorias inescrupulosas contra maiorias desprevenidas. Embora reconheça o compromisso das Forças Armadas com suas funções constitucionais, alerta para a persistente vulnerabilidade do país a conspirações palacianas. Elogia o general Canrobert Pereira da Costa, ministro da Guerra, por suas declarações firmes à jornalista Sara Marques e sua circular dirigida aos comandantes regionais, reafirmando o compromisso com a ordem constitucional e garantindo que não haverá golpe enquanto ele estiver no comando. No entanto, ressalta que a segurança total depende da permanência de Canrobert no cargo, pois sua saída, por força de conspirações internas, poderia abrir espaço para rupturas institucionais. Para Pilla, é essencial manter a vigilância constante, alertando as Forças Armadas e a população contra políticos e militares que possam tentar solucionar interesses pessoais por meio de golpes. Reafirma que a defesa da democracia exige atenção contínua e ação preventiva contra possíveis ameaças. |
pt_BR |