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Reconciliação de Parceiros (1950-09-01)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-04T14:16:38Z
dc.date.available 2025-02-04T14:16:38Z
dc.date.issued 1950-09-01
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6778
dc.description.abstract Critica a confusão política instalada na chamada Novíssima República, considerando-a um regime que herdou os defeitos da República Velha e os vícios da República Nova. Ele atribui essa desordem, em grande parte, ao presidente Eurico Dutra, cuja postura indecisa e contraditória contribui para a instabilidade política. No entanto, destaca que a confusão também é fomentada por outras figuras, especialmente pelo general Pedro Aurélio de Góis Monteiro, a quem acusa de ser um dos maiores artífices do caos político desde 1930. Expõe o papel ambíguo de Góis Monteiro, que, apesar de ter sido um dos responsáveis pela candidatura de Cristiano Machado, estabeleceu uma aliança com Getúlio Vargas, aceitando integrar sua chapa como vice-presidente. Para ele, essa movimentação política demonstra uma total falta de coerência e compromete a credibilidade da candidatura pessedista, além de fortalecer a volta de Vargas ao poder. Enfatiza a falta de princípios e a conveniência oportunista dos políticos envolvidos, reforçando a ideia de que apenas a candidatura do Brigadeiro Eduardo Gomes representa uma alternativa verdadeiramente democrática e honesta. Segundo ele, sem essa escolha, o Brasil continuará mergulhado na confusão e sujeito ao risco de nova ditadura. pt_BR
dc.subject Confusão Política; Getúlio Vargas; Vice-presidência; Oportunismo; Ditadura; Eduardo Gomes; Democracia pt_BR
dc.title Reconciliação de Parceiros (1950-09-01) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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