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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-05T11:56:05Z | |
| dc.date.available | 2025-02-05T11:56:05Z | |
| dc.date.issued | 1950-09-23 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6795 | |
| dc.description.abstract | Critica a atuação da imprensa no Brasil, especialmente no contexto político, onde ela falha em informar e orientar de maneira adequada. Observa que, ao invés de fornecer um noticiário político imparcial e fiel aos fatos, os jornais manipulam as informações de acordo com os interesses de quem paga. A imprensa, então, não cumpre sua missão de informar de forma clara, mas sim gera confusão e desinformação, contribuindo para a desorientação da população em relação à política. Destaca também o papel das crônicas políticas publicadas nos jornais. Embora os cronistas tenham o direito de apoiar determinadas candidaturas, ele observa que alguns jornalistas, ao escreverem sobre a candidatura de Cilon Rosa, fazem previsões excessivamente otimistas sobre sua popularidade entre os eleitores, sem fundamentação clara. O cronista sugere que Cilon Rosa seria amplamente apoiado por diversos grupos, incluindo eleitores do Partido Socialista, Partido Libertador e até mesmo getulistas. Pilla questiona essa visão, especialmente no caso dos eleitores do Partido Libertador, que são tradicionalmente ligados a candidatos de seu próprio partido, como Edgar Schneider. Vê essa influência sobre a zona colonial como inexplicável, uma vez que Cilon Rosa não é um candidato ligado ao Partido Libertador. Em resumo, denuncia a manipulação das informações pela imprensa, que contribui para uma distorção da realidade política e enfraquece a democracia, prejudicando a clareza e a sinceridade nas escolhas eleitorais da população. | pt_BR |
| dc.subject | Imprensa; Democracia; Noticiário Político; Manipulação; Eleitores; Cronista | pt_BR |
| dc.title | A Imprensa e a Missão de Orientar (1950-09-23) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |