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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-05T12:07:46Z | |
| dc.date.available | 2025-02-05T12:07:46Z | |
| dc.date.issued | 1950-09-26 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6798 | |
| dc.description.abstract | Discute a invasão da Coreia do Sul pelos comunistas e os desdobramentos dessa agressão no contexto internacional. A invasão, inicialmente vista como uma repetição da agressão japonesa na Manchúria, marca uma nova fase nas relações globais, onde a ONU e os Estados Unidos desempenham papéis centrais. Os Estados Unidos, ao se posicionarem contra a agressão em nome da ONU, demonstram que a passividade e a neutralidade no direito internacional não são mais aceitáveis, especialmente após os erros cometidos durante a invasão da Manchúria e a conquista da Abissínia, que incentivaram novos ataques. Destaca o papel crucial dos Estados Unidos, que, com sua força decisiva, evitaram que a ONU seguisse o caminho da Liga das Nações, que se desintegrou devido à falta de ação. A intervenção americana e de outras potências ajudou a evitar o colapso das nações agredidas, como ocorreu em outros conflitos no passado. Sugere que, embora não se possa prever com certeza o que acontecerá na Coreia, é possível afirmar que, sem a ação internacional, as nações agredidas seriam deixadas à mercê dos invasores. Defende a necessidade de uma força policial internacional, capaz de intervir onde for necessário, para que a ordem mundial não dependa exclusivamente dos Estados Unidos. | pt_BR |
| dc.subject | Coreia do Sul; Comunistas; ONU; Estados Unidos; Ordem Mundial; Intervenção; Força Internacional | pt_BR |
| dc.title | Começo de Ordem Mundial (1950-09-26) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |